Papéis ordinários do Bradesco
caíram quase 4%, enquanto Itaú ON subiu 2%; Magazine Luiza e MMX recuam antes de
divulgarem resultados de 2012
Registrando forte
volatilidade ao longo do dia, o Ibovespa conseguiu se firmar no campo positivo
na reta final de pregão e terminou esta segunda-feira (18) com leve alta de0,18%, aos 56.972 pontos,
interrompendo assim uma sequência de quatro quedas.
Em destaque, a
volatilidade das ações da OGX Petróleo (OGXP3) acompanhou o índice
nesta sessão. Os papéis da petrolífera de Eike Batista chegaram a cair 4,02%,
para R$ 2,39, mas conseguiram amenizar as perdas e terminaram a sessão com leve
queda de 0,80%, aos
R$ 2,47.
Também com volatilidade
no dia, as ações da Petrobras (PETR3; PETR4) e da
Vale (VALE3;VALE5) se
destacaram. Os papéis ordinários da estatal caíram 0,90%, aos R$ 17,64, mas
chegaram a recuar 2,81% no
intraday, atingindo R$ 17,30, enquanto os ativos preferenciais subiram 0,58%, para R$ 19,20. Já as
ações ordinárias da mineradora subiram 0,84%, aos
R$ 35,02, mas chegaram a cair 1,73% durante
a sessão, atingindo R$ 34,13. Os papéis preferenciais da Vale valorizaram 0,33%, para R$ 33,70, mas com
mínima de 2,02%, aos
R$ 32,91, durante o dia.
Na ponta positiva, se
destacaram os papéis da B2W (BTOW3), que seguem em um
momento positivo desde o começo do mês após divulgar seus resultados e fecharam
liderando os ganhos do Ibovespa aos R$ 16,60, com alta de 3,81%. Seguindo entre as
maiores altas ainda ficaram os papéis da Gafisa (GFSA3, R$
3,84, +3,50%) e Gol (GOLL4, R$
14,60, +2,10%).
Itaú
destoa de bancos e fecha em alta
O principal destaque do dia entre os setores fica com os bancos. Nesta segunda, o Credit Suisse afirmou que as ações do setor ficaram mais atrativas, porém, apenas os papéis do Itaú Unibanco (ITUB4) valem a pena ser compradas. Com isso, os ativos da companhia fecharam com alta de 1,26%, aos R$ 36,03, seguindo um movimento oposto aos seus pares. Já os papéis ordinários do banco subiram 1,99%, a R$ 36,30.
O principal destaque do dia entre os setores fica com os bancos. Nesta segunda, o Credit Suisse afirmou que as ações do setor ficaram mais atrativas, porém, apenas os papéis do Itaú Unibanco (ITUB4) valem a pena ser compradas. Com isso, os ativos da companhia fecharam com alta de 1,26%, aos R$ 36,03, seguindo um movimento oposto aos seus pares. Já os papéis ordinários do banco subiram 1,99%, a R$ 36,30.
As ações do Bradesco (BBDC4) apareceram entre as maiores perdas do
setor, com recuo de1,78%, cotadas a R$ 36,38. As ações
ON do banco registraram perdas ainda mais fortes - queda de 3,88%, a R$ 36,68. As do Banco do Brasil (BBAS3) também mostraram perdas, com
queda de 1,37%, a R$ 25,99, assim como as units do Santander
(SANB11), que caíram 1,49%, para R$ 15,17.
Segundo a equipe de
análise do Credit Suisse, desde o fim do ano passado a pressão do governo sobre
o setor diminuiu. Em um dos pontos destacados como positivos para as ações,
eles dizem que os spreads não estão mais em declínio e que a economia dá sinais
de recuperação. Com isso, eles dizem que a materialização de um cenário
pessimista é pouco provável.
Entre os quatro grandes bancos em
bolsa, com potenciais teóricos de valorização que não ultrapassam os 8%, apenas
as ações do Itaú Unibanco oferecem um retorno atrativo: os analistas enxergam
um upside de 23,7% para a ação.
JBS
lidera perdas do Ibovespa com possível oferta de ações
Liderando as perdas do Ibovespa, as ações da JBS (JBSS3) refletiram rumores de que o frigorífico pretende vender fatia que detém na Vigor por meio de uma oferta pública de ações, de acordo com notícia do Estado de S. Paulo nesta manhã.
Liderando as perdas do Ibovespa, as ações da JBS (JBSS3) refletiram rumores de que o frigorífico pretende vender fatia que detém na Vigor por meio de uma oferta pública de ações, de acordo com notícia do Estado de S. Paulo nesta manhã.
A ideia é de que a
empresa, que ainda detém uma participação de 21,32% na Vigor, ofereça suas
ações em uma oferta pública, assim que a companhia atingir um porte considerado
interessante pelos investidores. Com isso, os ativos do frigorífico caíram 4,99% nesta sessão, fechando
em R$ 6,85, enquanto os papéis da Vigor (VIGR3) registraram
desvalorização de1,05%,
cotados a R$ 7,55 - com baixíssima liquidez, os papéis VIGR3 tiveram apenas 11
negócios ao longo do pregão.
Magazine
Luiza e MMX caem antes de divulgar balanço
Na pauta de resultados, a Magazine Luiza (MGLU3) e a MMX Mineração (MMXM3) apresentarão seus balanços de 2012 nesta segunda após o fechamento do pregão.
Na pauta de resultados, a Magazine Luiza (MGLU3) e a MMX Mineração (MMXM3) apresentarão seus balanços de 2012 nesta segunda após o fechamento do pregão.
De acordo com as projeções do
Santander, Votorantim Corretora e Amaril Franklin Corretora, a mineradora deve
passar de lucro líquido de R$ 62 milhões no quarto trimestre de 2011para prejuízo líquido de R$ 12 milhões. Já para a varejista, o Itaú BBA projeta alta nos números, mas com resultados abaixo das
perspectivas iniciais da companhia.
Com as perspectivas ambas ações tiveram queda
nesta sessão. Os papéis da MMX caíram0,93%, para
R$ 3,19, após chegar a cair 3,42% no intraday, enquanto os ativos da Magazine
Luiza encerraram a sessão com recuo de 1,92%, aos
R$ 9,21 - menor patamar desde julho do ano passado.