Um deles é sentir medo do mercado de ações após
acontecimentos como o estouro da bolha tecnológica no início dos anos 2000 e a
crise de 2008
Após
vivenciarem de perto a turbulência financeira iniciada com a crise que atingiu
o mundo todo em 2008, que gerou crescentes taxas de desemprego e resultados
baixos nas bolsas de valores, os jovens têm se mostrado mais
céticos quando o assunto é investimento de risco, devido à alta
volatilidade do mercado, conforme aponta o colunista do siteThe Motley Fool, Dan Caplinger. Neste cenário, ele aponta 4
dos principais erros que vêm sendo cometidos por essas pessoas e o que é
possível fazer para evitá-los.
Confira
quais são esses erros e como é possível contorná-los:
1º -
Ter medo do mercado de ações
Após vivenciarem o estouro da bolha tecnológica e o atentado terrorista do 11 de setembro no início da década de 2000, muitos investidores acreditaram que o pior já havia passado e assim começaram a se reerguer. No entanto, em 2008 surgiu outro golpe com a crise financeira que assolou o mundo e fez com que as ações despencassem.
Após vivenciarem o estouro da bolha tecnológica e o atentado terrorista do 11 de setembro no início da década de 2000, muitos investidores acreditaram que o pior já havia passado e assim começaram a se reerguer. No entanto, em 2008 surgiu outro golpe com a crise financeira que assolou o mundo e fez com que as ações despencassem.
Jovens
investidores precisam pensar mais no longo prazo, segundo colunista (Getty
Images)
Mas,
apesar desses acontecimentos, Caplinger afirma que os jovens devem utilizar sua
pequena experiência de resultados não tão bons e compará-las com a época
"de ouro" do mercado acionário. “As ações nem sempre serão tão fortes
como nos anos 80 e 90, mas também não serão tão fracas como foram recentemente.
Um meio termo irá fornecer retornos positivos para ajudar os jovens investidores
a alcançar seus objetivos financeiros a longo prazo”, afirma.
2º -
Não começar a investir cedo o suficiente
Uma coisa que apenas os investidores jovens têm a mais do que outros é o tempo. Portanto, o ideal é começar a investir o mais cedo possível, para não precisar aplicar tanto dinheiro em um curto espaço de tempo.
Uma coisa que apenas os investidores jovens têm a mais do que outros é o tempo. Portanto, o ideal é começar a investir o mais cedo possível, para não precisar aplicar tanto dinheiro em um curto espaço de tempo.
Para
alguns pode ser tentador pensar que como não possui dinheiro o suficiente, não
precisa investir. Mas o colunista afirma que cada pequena quantia destinada a
um investimento é um passo em direção a sua meta. “Criar o hábito de poupar, ao
invés de esperar, irá ajuda-lo no longo prazo”, frisa.
3º -
Pensar muito no curto prazo
Ao assistirem suas ações caírem, muitos investidores têm o costume de realizar os lucros e sair correndo da bolsa de valores, como ocorreu há cerca de 4 anos, segundo Caplinger. No entanto, passado um tempo, eles descobriram que sofreram perdas que poderiam ter sido reparadas caso tivessem esperado mais um pouco.
Ao assistirem suas ações caírem, muitos investidores têm o costume de realizar os lucros e sair correndo da bolsa de valores, como ocorreu há cerca de 4 anos, segundo Caplinger. No entanto, passado um tempo, eles descobriram que sofreram perdas que poderiam ter sido reparadas caso tivessem esperado mais um pouco.
Portanto,
é preciso tomar cuidado com o curto prazo, pois grandes empresas podem
apresentar bons resultados em um período maior de tempo. “Se sua tese de
investimento é válida, continue com ela”, explica o colunista.
4º -
Apostar todas as fichas no mesmo lugar
Uma ideia muito tentadora quando se tem pouco dinheiro é investir tudo em uma ação e esperar que ela gere bom retorno. Mas fazer isso não apenas expõe o investidor a um grande risco, como também limita seu aprendizado.
Uma ideia muito tentadora quando se tem pouco dinheiro é investir tudo em uma ação e esperar que ela gere bom retorno. Mas fazer isso não apenas expõe o investidor a um grande risco, como também limita seu aprendizado.
Por
outro lado, diversificar demais pode diluir os retornos reais, mas torna-os
mais seguros e sustentáveis. Mas, mais importante do que isso, segundo
Caplinger, é que ter uma carteira com mais ações permitem que o investidor
tenha uma noção mais ampla do que está acontecendo no mundo dos investimentos e
aprenda uma variedade de conceitos importantes, que terão impacto sobre suas
aplicações futuras.