Eletrobras
terá 51% da distribuidora goiana e pode investir até R$ 1 bilhão.
Dívida da Celg chega a R$ 6,4 bilhões, R$ 2,4 bilhões com a Eletrobrás.
Dívida da Celg chega a R$ 6,4 bilhões, R$ 2,4 bilhões com a Eletrobrás.
Fábio Amato Do G1, em Brasília
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A Eletrobras e o governo de Goiás assinaram nesta terça-feira (24)
acordo que transfere para a empresa o controle acionário da Celg, distribuidora
de energia naquele estado.
O governo goiano, que tinha cerca de 99% das ações da Celg-D, fica agora com 49%. A Eletrobras fica com os outros 51%. O acordo foi feito devido à dívida da distribuidora, que chega a R$ 6,4 bilhões – cerca de R$ 2,4 bilhões com a Eletrobras.
Para fechar a transferência de controle, o governo de Goiás fez um empréstimo de R$ 3,5 bilhões para pagar dívidas com a Celg (R$ 2,4 bilhões). O outro R$ 1,1 bilhão vai ser usado para capitalizar a empresa.
Devido à falta de pagamento de encargos do setor elétrico, a Celg está há seis anos impedida de repassar aos consumidores os reajustes tarifários aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o que acabou comprometendo ainda mais a situação financeira da concessionária.
Pelo acordo, a Eletrobras deve investir entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão nos próximos cinco anos para melhorar a qualidade do serviço prestado pela Celg. Serão implantadas 37 novas subestações.
O governo goiano, que tinha cerca de 99% das ações da Celg-D, fica agora com 49%. A Eletrobras fica com os outros 51%. O acordo foi feito devido à dívida da distribuidora, que chega a R$ 6,4 bilhões – cerca de R$ 2,4 bilhões com a Eletrobras.
Para fechar a transferência de controle, o governo de Goiás fez um empréstimo de R$ 3,5 bilhões para pagar dívidas com a Celg (R$ 2,4 bilhões). O outro R$ 1,1 bilhão vai ser usado para capitalizar a empresa.
Devido à falta de pagamento de encargos do setor elétrico, a Celg está há seis anos impedida de repassar aos consumidores os reajustes tarifários aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o que acabou comprometendo ainda mais a situação financeira da concessionária.
Pelo acordo, a Eletrobras deve investir entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão nos próximos cinco anos para melhorar a qualidade do serviço prestado pela Celg. Serão implantadas 37 novas subestações.