domingo, 31 de julho de 2011

Republicanos e Democratas ainda discutem um acordo para hoje nos EUA

Após a primeira e fracassada tentativa de votação de um acordo, Democratas e Republicanos continuam reunidos, tentando chegar a bom termo e aprovar um novo teto para a dívida norte americana em torno de 3 trilhões de dólares.  Na primeira tentativa, para o acordo sair precisava-se de 60 votos, e deu 50 a 49.
Para se ter uma ideia das necessidades, vamos às mais urgentes, logo após ao fatídico 2 de agosto, que é a data-limite para um acordo que dê a Obama pelo menos fôlego para governar.



De acordo com o Centro de Política Bipartidário, são os seguintes os gastos para depois do 2 de agosto, data-limite para elevação do teto da dívida.


03 de agosto
* $ 32 bilhões, incluindo US $ 23 bilhões a beneficiários da Segurança Social
04 de agosto
* $ 10 bilhões, incluindo US $ 3,1 bilhões em Medicaid e Medicare despesas
 de cuidados de saúde para os idosos e deficientes
* $ 90 bilhões em vencimento de dívida dos EUA, de acordo com o
 Departamento do Tesouro.
05 de agosto
* $ 12 bilhões, incluindo US $ 3,4 bilhões em salários federais e US $ 2 bilhões
 em gastos de defesa
08 de agosto
* $ 11 bilhões, incluindo US $ 1,4 bilhão em gastos de defesa e US $ 2,2 bilhões
 em pagamentos de saúde
09 de agosto
* $ 11 bilhões, incluindo US $ 2,5 bilhões em pagamentos de Medicaid e
 Medicare e US $ 1,5 bilhões para o Departamento de Educação
10 de agosto
* $ 19 bilhões, incluindo US $ 8,5 bilhões em pagamentos da Segurança Social
11 de agosto
* $ 11 bilhões, incluindo US $ 3 bilhões em pagamentos de Medicaid e Medicare
12 de agosto
* $ 9 bilhões, incluindo US $ 2,2 bilhões em pagamentos de cuidados de saúde e
 US $ 3 bilhões em assistência social e seguro-desemprego
15 de agosto
* $ 41 bilhões, incluindo pelo menos US $ 29 bilhões em pagamentos de juros
 sobre dívida dos EUA.





Vamos agora aguardar os próximos rounds porque sair, o acordo sai, mas vai custar o sacrifício de cortes nas contas públicas e queda no investimento social além, é claro, do aumento na carga tributária em cima do americano,provavelmente o americano médio, que ainda não se recuperou da crise de 2008.



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