Ao final desta jornada, na Índia, o índice BSE Sensex, da bolsa de Bombai, perdeu 0,21% aos 16.467 pontos e no Japão, o referencial Nikkei 225 da bolsa de Tóquio avançou 0,95% aos 8.616 pontos.
13 de setembro de 2011 - As principais bolsas da Ásia encerraram o pregão desta terça-feira em leve queda, diminuindo as perdas acumuladas no pregão anterior, reflexo da queda da ansiedade nos mercados após rumores de que a China estaria em negociações com o governo italiano para adquirir títulos da dívida do país.
Ao final desta jornada, em Taiwan, o referencial TSEC Weighted Index teve desvalorização de 2,88% aos 7.391 pontos; na China, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai, recuou 1,06% aos 2.471 pontos; na Índia, o índice BSE Sensex, da bolsa de Bombai, perdeu 0,21% aos 16.467 pontos e no Japão, o referencial Nikkei 225 da bolsa de Tóquio avançou 0,95% aos 8.616 pontos.
As bolsas da Coreia do Sul e Hong Kong estiveram fechadas nesta terça-feira por força de feriado nacional.
Na agenda local, sem indicadores econômicos nesta jornada, o jornal inglês "Financial Times" informou em sua edição de ontem que o governo italiano estaria negociando com autoridades chinesas para que o país asiático compre bônus de sua dívida e invista em empresas estratégicas estrangeiras.
De acordo com a publicação, fontes italianas não identificadas afirmaram que o ministro das Finanças, Giulio Tremonti, recebeu na semana passada uma delegação liderada pelo presidente da China Investment Corporation, Lou Jiwei.
A mesma fonte afirmou que a China possui atualmente cerca de 4% da dívida da Itália.
Sem indicadores econômicos nesta jornada, o Banco Popular da China informou que a estabilidade do nível dos preços continua sendo a prioridade macroeconômica, apesar da queda do índice em agosto, de 6,5% para 6,2% em agosto.
Em nota, a autoridade monetária chinesa afirmou que o país controlou alguns dos fatores que causaram a alta dos preços, mas os principais motivos desta elevação ainda não foram eliminados. O banco central do país informou também que continuará mantendo uma política monetária prudente e trabalhando para estabilizar o crescimento do crédito.
No Velho Continente, o secretário de Estado de Finanças da Grécia, Filipos Sajinidis, afirmou que o país tem dinheiro para pagar os salários públicos e pensões apenas até outubro, tornando essencial que seja entregue o sexto lote do empréstimo internacional de € 110 milhões aprovado em maio de 2010.
Após esta declaração, meios de imprensa gregos pediram o retorno, nesta quarta-feira, dos inspetores do Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e União Européia.
(RS com agências internacionais - www.ultimoinstante.com.br)
Ao final desta jornada, em Taiwan, o referencial TSEC Weighted Index teve desvalorização de 2,88% aos 7.391 pontos; na China, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai, recuou 1,06% aos 2.471 pontos; na Índia, o índice BSE Sensex, da bolsa de Bombai, perdeu 0,21% aos 16.467 pontos e no Japão, o referencial Nikkei 225 da bolsa de Tóquio avançou 0,95% aos 8.616 pontos.
As bolsas da Coreia do Sul e Hong Kong estiveram fechadas nesta terça-feira por força de feriado nacional.
Na agenda local, sem indicadores econômicos nesta jornada, o jornal inglês "Financial Times" informou em sua edição de ontem que o governo italiano estaria negociando com autoridades chinesas para que o país asiático compre bônus de sua dívida e invista em empresas estratégicas estrangeiras.
De acordo com a publicação, fontes italianas não identificadas afirmaram que o ministro das Finanças, Giulio Tremonti, recebeu na semana passada uma delegação liderada pelo presidente da China Investment Corporation, Lou Jiwei.
A mesma fonte afirmou que a China possui atualmente cerca de 4% da dívida da Itália.
Sem indicadores econômicos nesta jornada, o Banco Popular da China informou que a estabilidade do nível dos preços continua sendo a prioridade macroeconômica, apesar da queda do índice em agosto, de 6,5% para 6,2% em agosto.
Em nota, a autoridade monetária chinesa afirmou que o país controlou alguns dos fatores que causaram a alta dos preços, mas os principais motivos desta elevação ainda não foram eliminados. O banco central do país informou também que continuará mantendo uma política monetária prudente e trabalhando para estabilizar o crescimento do crédito.
No Velho Continente, o secretário de Estado de Finanças da Grécia, Filipos Sajinidis, afirmou que o país tem dinheiro para pagar os salários públicos e pensões apenas até outubro, tornando essencial que seja entregue o sexto lote do empréstimo internacional de € 110 milhões aprovado em maio de 2010.
Após esta declaração, meios de imprensa gregos pediram o retorno, nesta quarta-feira, dos inspetores do Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e União Européia.
(RS com agências internacionais - www.ultimoinstante.com.br)
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