FECHAMENTO: Retomada de otimismo sustenta ganhos de mercados globais; Dólar emenda segunda queda
No campo das matérias-primas, o barril de petróleo do Brent com vencimento em setembro fechou em alta de 1,74%, para terminar cotado a US$ 109,91 na Intercontinental Exchange Futures de Londres (ICE). O Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) para entrega em setembro registrou alta de 2,93%, fechando a US$ 87,88 por barril na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex).
15 de agosto de 2011 - A gradual melhora no nível de aversão ao risco, que começou a ser sentida no final da última semana, ganhou força e ditou o desempenho dos mercados globais, que encerraram a jornada desta segunda-feira em alta, mas com baixo volume de negócios por conta de feriados nacionais em algumas praças.
Na Europa, a decisão do Banco Central Europeu em proibir a realização de vendas a descoberto continuou repercutindo positivamente, apesar do posicionamento contrário da Alemanha à manutenção definitiniva da medida.
Outro sinal positivo vindo do Velho Continente foi a divulgação de que o BCE comprou € 22 bilhões em dívidas soberanas da zona do euro, incluindo bônus da Espanha, Portugal, Itália e Irlanda. A última vez que uma operação deste tipo havia sido feita foi no final de março.
Já nos Estados Unidos, os indicadores econômicos divulgados nesta jornada não despertaram tanto a atenção dos investidores, que preferiram focar suas atenções em notícias vindas do mundo corporativo, sobretudo a aquisição, pelo Google, da Motorola Mobility.
No campo das matérias-primas, o barril de petróleo do Brent com vencimento em setembro fechou em alta de 1,74%, para terminar cotado a US$ 109,91 na Intercontinental Exchange Futures de Londres (ICE). O Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) para entrega em setembro registrou alta de 2,93%, fechando a US$ 87,88 por barril na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex).
No front acionário, as principais bolsas da Ásia encerraram o pregão desta segunda-feira em alta, após três semanas de baixa, refletindo o bom resultado do Produto Interno Bruto (PIB) divulgado nesta manhã.
Ao final desta jornada, em Taiwan, o referencial TSEC Weighted Index teve valorização de 2,39% aos 7.819 pontos; na China, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai, valorizou 1,3% aos 2.626 pontos; no Japão, o referencial Nikkei 225 da bolsa de Tóquio ganhou 1,37% aos 9.086 pontos; e em Hong Kong, o principal indicador, o Hang Seng, encerrou esta jornada em alta de 3,26%, aos 20.260 pontos.
As bolsas da Coreia do Sul e Índia estiveram fechadas nesta jornada por feriados nacionais.
Na agenda local, o Produto Interno Bruto (PIB) do Japão se contraiu 0,3% no trimestre que vai de abril a junho, segundo informou nesta segunda-feira (horário local) o Governo. O dado correspondente ao segundo trimestre do ano fiscal japonês, que conclui em março de 2012, representa uma contração do PIB japonês de 1,3% a ritmo anualizado.
Embora represente o terceiro trimestre consecutivo de queda no crescimento da economia japonesa, o que tecnicamente a continua situando em recessão, os números são melhores do que o esperado.
No velho continente, as principais bolsas europeias encerraram a jornada desta segunda-feira em alta pelo terceiro dia seguido, refletindo os ganhos nas ações da Nokia, impulsionadas após o anúncio aquisição da Motorola Mobility pelo Google, divulgado esta manhã.
Contudo, o volume de negócios na região foi baixo, visto que os mercados italiano, grego e austríaco permaneceram fechados por feriados nacionais.
Ao final desta jornada, em Londres, o índice FTSE-100 avançou 0,57% aos 5.350 pontos; em Frankfurt, o índice DAX 30 subiu 0,41%, aos 6.022 pontos; em Paris, o índice CAC-40 ganhou 0,78%, aos 3.239 pontos; e em Madri, o índice Ibex 35 teve alta de 0,71%, aos 8.709 pontos.
Na agenda local não houve a divulgação de indicadores econômicos relevantes.
Em Wall Street, os principais índices acionários encerraram o pregão desta segunda-feira em alta pelo terceiro dia consecutivo impusionados pelas ações da Motorola Mobility que tiveram forte alta após o Google anunciar comprar a empresa por cerca de US$ 12,5 bilhões.
Ao final desta jornada, o índice industrial Dow Jones subiu 1,90% aos 11.482 pontos. O S&P 500 avançou 2,18% para 1.204 pontos; e a bolsa eletrônica Nasdaq ganhou 1,88% aos 2.555 pontos.
Na agenda local, o fluxo de capital estrangeiro nos Estados Unidos ficou negativo em US$ 3,7 bilhões em junho. No mês anterior, o fluxo ficou superavitário em US$ 24,2 bilhões (dado revisado), informou nesta manhã o Departamento do Tesouro norte-americano.
Já a confiança das contrutoras de imóveis nos Estados Unidos ficou estável em agosto, de acordo com informações da Associação Nacional dos Construtores Imobiliários (NAHB, na sigla em inglês).
O indicador se manteve em 15 pontos este mês.
O resultado divulgado veio em linha com a expectativa de mercado (projeção Gradual Investimentos).
O patamar abaixo de 50 pontos indica que os construtores veem as condições mais ruins do que boas.
Por aqui, a Bolsa de Valores de São Paulo manteve o viés positivo do início das operações e terminou a jornada desta segunda-feira em alta de 2,20% aos 54.651 pontos, emendando a quinta alta consecutiva. O giro financeiro foi de R$ 8 bilhões.
Do lado cambial, o dólar comercial encerrou as negociações desta segunda-feira em forte queda. No interbancário, a divisa encerrou cotada a R$ 1,590 na compra e R$ 1,591 na venda, queda de 1,2%
No mercado futuro, o contrato para setembro negociado na BM&F operava em baixa de 1,32% a R$ 1,600.
O Banco Central interferiu apenas uma vez no câmbio para compra de dólares no mercado à vista, a exemplo do que vem fazendo no decorrer da última semana. Perto do fechamento a taxa praticada foi de R$ 1,5910.
Na renda fixa, os Contratos de Depósito Interfinanceiros (DIs) encerraram a jornada desta segunda-feira com a curva de juros oscilando entre a estabilidade e queda na BM&F.
Perto do fechamento, os contratos para agosto de 2011 subiam 0,02 p.p a 12,40%; os vencimentos para janeiro de 2012 estavam estáveis a 12,26%; os contratos para janeiro de 2013 perdiam 0,01 p.p a 11,85%; os vencimentos para janeiro de 2014 tinham baixa de 0,4 p.p a 11,85%; os contratos para janeiro de 2017 recuavam 0,5% a 11,87% e os vencimentos para janeiro de 2021 apresentavam queda de 0,7% a 11,83%.
Na agenda doméstica, as projeções de inflação para este ano e 2012 caíram pela segunda semana seguida, de acordo com pesquisa feita pelo Banco Central (BC) com analistas do mercado financeiro. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 6,28% para 6,26%, em 2011, e de 5,27% para 5,23%, em 2012. Ambas estão acima do centro da meta de inflação de 4,5%, mas abaixo do limite de 6,5%.
(RS/CRC - www.ultimoinstante.com.br)
Na Europa, a decisão do Banco Central Europeu em proibir a realização de vendas a descoberto continuou repercutindo positivamente, apesar do posicionamento contrário da Alemanha à manutenção definitiniva da medida.
Outro sinal positivo vindo do Velho Continente foi a divulgação de que o BCE comprou € 22 bilhões em dívidas soberanas da zona do euro, incluindo bônus da Espanha, Portugal, Itália e Irlanda. A última vez que uma operação deste tipo havia sido feita foi no final de março.
Já nos Estados Unidos, os indicadores econômicos divulgados nesta jornada não despertaram tanto a atenção dos investidores, que preferiram focar suas atenções em notícias vindas do mundo corporativo, sobretudo a aquisição, pelo Google, da Motorola Mobility.
No campo das matérias-primas, o barril de petróleo do Brent com vencimento em setembro fechou em alta de 1,74%, para terminar cotado a US$ 109,91 na Intercontinental Exchange Futures de Londres (ICE). O Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) para entrega em setembro registrou alta de 2,93%, fechando a US$ 87,88 por barril na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex).
No front acionário, as principais bolsas da Ásia encerraram o pregão desta segunda-feira em alta, após três semanas de baixa, refletindo o bom resultado do Produto Interno Bruto (PIB) divulgado nesta manhã.
Ao final desta jornada, em Taiwan, o referencial TSEC Weighted Index teve valorização de 2,39% aos 7.819 pontos; na China, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai, valorizou 1,3% aos 2.626 pontos; no Japão, o referencial Nikkei 225 da bolsa de Tóquio ganhou 1,37% aos 9.086 pontos; e em Hong Kong, o principal indicador, o Hang Seng, encerrou esta jornada em alta de 3,26%, aos 20.260 pontos.
As bolsas da Coreia do Sul e Índia estiveram fechadas nesta jornada por feriados nacionais.
Na agenda local, o Produto Interno Bruto (PIB) do Japão se contraiu 0,3% no trimestre que vai de abril a junho, segundo informou nesta segunda-feira (horário local) o Governo. O dado correspondente ao segundo trimestre do ano fiscal japonês, que conclui em março de 2012, representa uma contração do PIB japonês de 1,3% a ritmo anualizado.
Embora represente o terceiro trimestre consecutivo de queda no crescimento da economia japonesa, o que tecnicamente a continua situando em recessão, os números são melhores do que o esperado.
No velho continente, as principais bolsas europeias encerraram a jornada desta segunda-feira em alta pelo terceiro dia seguido, refletindo os ganhos nas ações da Nokia, impulsionadas após o anúncio aquisição da Motorola Mobility pelo Google, divulgado esta manhã.
Contudo, o volume de negócios na região foi baixo, visto que os mercados italiano, grego e austríaco permaneceram fechados por feriados nacionais.
Ao final desta jornada, em Londres, o índice FTSE-100 avançou 0,57% aos 5.350 pontos; em Frankfurt, o índice DAX 30 subiu 0,41%, aos 6.022 pontos; em Paris, o índice CAC-40 ganhou 0,78%, aos 3.239 pontos; e em Madri, o índice Ibex 35 teve alta de 0,71%, aos 8.709 pontos.
Na agenda local não houve a divulgação de indicadores econômicos relevantes.
Em Wall Street, os principais índices acionários encerraram o pregão desta segunda-feira em alta pelo terceiro dia consecutivo impusionados pelas ações da Motorola Mobility que tiveram forte alta após o Google anunciar comprar a empresa por cerca de US$ 12,5 bilhões.
Ao final desta jornada, o índice industrial Dow Jones subiu 1,90% aos 11.482 pontos. O S&P 500 avançou 2,18% para 1.204 pontos; e a bolsa eletrônica Nasdaq ganhou 1,88% aos 2.555 pontos.
Na agenda local, o fluxo de capital estrangeiro nos Estados Unidos ficou negativo em US$ 3,7 bilhões em junho. No mês anterior, o fluxo ficou superavitário em US$ 24,2 bilhões (dado revisado), informou nesta manhã o Departamento do Tesouro norte-americano.
Já a confiança das contrutoras de imóveis nos Estados Unidos ficou estável em agosto, de acordo com informações da Associação Nacional dos Construtores Imobiliários (NAHB, na sigla em inglês).
O indicador se manteve em 15 pontos este mês.
O resultado divulgado veio em linha com a expectativa de mercado (projeção Gradual Investimentos).
O patamar abaixo de 50 pontos indica que os construtores veem as condições mais ruins do que boas.
Por aqui, a Bolsa de Valores de São Paulo manteve o viés positivo do início das operações e terminou a jornada desta segunda-feira em alta de 2,20% aos 54.651 pontos, emendando a quinta alta consecutiva. O giro financeiro foi de R$ 8 bilhões.
Do lado cambial, o dólar comercial encerrou as negociações desta segunda-feira em forte queda. No interbancário, a divisa encerrou cotada a R$ 1,590 na compra e R$ 1,591 na venda, queda de 1,2%
No mercado futuro, o contrato para setembro negociado na BM&F operava em baixa de 1,32% a R$ 1,600.
O Banco Central interferiu apenas uma vez no câmbio para compra de dólares no mercado à vista, a exemplo do que vem fazendo no decorrer da última semana. Perto do fechamento a taxa praticada foi de R$ 1,5910.
Na renda fixa, os Contratos de Depósito Interfinanceiros (DIs) encerraram a jornada desta segunda-feira com a curva de juros oscilando entre a estabilidade e queda na BM&F.
Perto do fechamento, os contratos para agosto de 2011 subiam 0,02 p.p a 12,40%; os vencimentos para janeiro de 2012 estavam estáveis a 12,26%; os contratos para janeiro de 2013 perdiam 0,01 p.p a 11,85%; os vencimentos para janeiro de 2014 tinham baixa de 0,4 p.p a 11,85%; os contratos para janeiro de 2017 recuavam 0,5% a 11,87% e os vencimentos para janeiro de 2021 apresentavam queda de 0,7% a 11,83%.
Na agenda doméstica, as projeções de inflação para este ano e 2012 caíram pela segunda semana seguida, de acordo com pesquisa feita pelo Banco Central (BC) com analistas do mercado financeiro. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 6,28% para 6,26%, em 2011, e de 5,27% para 5,23%, em 2012. Ambas estão acima do centro da meta de inflação de 4,5%, mas abaixo do limite de 6,5%.
(RS/CRC - www.ultimoinstante.com.br)
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