A Bolsa de Valores de São Paulo encerrou as operações desta segunda-feira em alta de 0,96% aos 55.385 pontos, emendando o terceiro dia de ganhos. O giro financeiro foi de R$ 5,229 bilhões.
30 de agosto de 2011 - Em linha com o desempenho dos demais mercados e revertendo a baixa das primeiras horas da manhã, a Bolsa de Valores de São Paulo encerrou as operações desta segunda-feira em alta de 0,96% aos 55.385 pontos, emendando o terceiro dia de ganhos. O giro financeiro foi de R$ 5,229 bilhões.
Esse movimento, segundo o analista da Futura Investimentos, George Santos, está sendo sustentada pelos bons indicadores econômicos divulgados na jornada anterior vindos sobretudo dos Estados Unidos e, na Europa, do anúncio da fusão de dois grandes bancos gregos, o que acalmou os investidores quanto à situação econômica local.
Já em campo local, Santos aponta o pronunciamento do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que na tarde de ontem anunciou a elevação do superávit primário, para evitar que a economia nacional seja afetada pela crise econômica que atinge diversas economias da zona do euro.
Em Wall Street, o índice industrial Dow Jones subiu 0,18% aos 11.559 pontos. O S&P 500 avançou 0,23% para 1.212 pontos; e a bolsa eletrônica Nasdaq ganhou 0,55% aos 2.576 pontos.
Na agenda norte-americana, os preços dos imóveis mostrou aceleração em junho, segundo apurou o S&P/Case-Shiller Home Price Indices, medido pela Standard & Poor's.
No confronto com maio, em 10 cidades que compõem o índice ficou estável, enquanto no universo de 20 cidades, a baixa foi de 0,1%.
Já a confiança do consumidor norte-americano (Consumer confidence), medida pelo Conference Board, registrou desaceleração em agosto. O índice marcou 44,5 pontos ante 59,5 do mês anterior. O número veio abaixo do esperado pelo mercado que indicava 52,1 pontos.
No Velho Continente, o indicador de sentimento econômico na zona euro (ESI, na sigla em inglês) caiu em agosto, de acordo com dados da Comissão Europeia. O índice desceu para 98,3 pontos, ante 103,0 em julho.
Por sua vez, o indicador de clima de negócios (BCI, em inglês) da zona do euro registrou a terceira queda seguida este mês. O índice marcou 0,07 este mês, contra 0,44 em julho.
Na mesma base de comparação, o índice de confiança industrial caiu de 0,9 para -2,9, enquanto o índice do setor de serviços diminuiu de 7,9 para 3,7. No sentido oposto, o indicador de confiança do consumidor recuou de -11,2 para -16,5.
Entre as maiores altas do Ibovespa ficaram Klabin PN (+5,53% a R$ 5,34); PDG Realt ON (+5,40% a R$ 7,61); B2W ON (+5,13% a R$ 15,79); MRV ON (+5,08% a R$ 13,03); e Rossi Residencial ON (+4,70 a R$ 12,04).
Na contramão terminaram Brasken PNA (-1,17% a R$ 17,82); Cosan ON (-1,52% a R$ 23,30); TIM ON (-1,02% a R$ 9,70); Usiminas ON (-0,98% a R$ 22,11); e JBS ON (-0,97% a R$ 4,09).
Dentre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 2 de maio a 31 de agosto) Vale PNA (VALE5) ganhou 0,68% a R$ 40,04; Petrobras PN (PETR4) fechou em alta de 0,29% a R$ 20,55; OGX ON (OGXP3) teve alta de 1,34% a R$ 11,31; ItauUnibanco (ITUB4) ganhou 1,99% a R$ 28,20 e BM&FBovespa ON (BVMF3) subiu 0,55% a R$ 9,07. (Rosangela Sousa - www.ultimoinstante.com.br)
Esse movimento, segundo o analista da Futura Investimentos, George Santos, está sendo sustentada pelos bons indicadores econômicos divulgados na jornada anterior vindos sobretudo dos Estados Unidos e, na Europa, do anúncio da fusão de dois grandes bancos gregos, o que acalmou os investidores quanto à situação econômica local.
Já em campo local, Santos aponta o pronunciamento do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que na tarde de ontem anunciou a elevação do superávit primário, para evitar que a economia nacional seja afetada pela crise econômica que atinge diversas economias da zona do euro.
Em Wall Street, o índice industrial Dow Jones subiu 0,18% aos 11.559 pontos. O S&P 500 avançou 0,23% para 1.212 pontos; e a bolsa eletrônica Nasdaq ganhou 0,55% aos 2.576 pontos.
Na agenda norte-americana, os preços dos imóveis mostrou aceleração em junho, segundo apurou o S&P/Case-Shiller Home Price Indices, medido pela Standard & Poor's.
No confronto com maio, em 10 cidades que compõem o índice ficou estável, enquanto no universo de 20 cidades, a baixa foi de 0,1%.
Já a confiança do consumidor norte-americano (Consumer confidence), medida pelo Conference Board, registrou desaceleração em agosto. O índice marcou 44,5 pontos ante 59,5 do mês anterior. O número veio abaixo do esperado pelo mercado que indicava 52,1 pontos.
No Velho Continente, o indicador de sentimento econômico na zona euro (ESI, na sigla em inglês) caiu em agosto, de acordo com dados da Comissão Europeia. O índice desceu para 98,3 pontos, ante 103,0 em julho.
Por sua vez, o indicador de clima de negócios (BCI, em inglês) da zona do euro registrou a terceira queda seguida este mês. O índice marcou 0,07 este mês, contra 0,44 em julho.
Na mesma base de comparação, o índice de confiança industrial caiu de 0,9 para -2,9, enquanto o índice do setor de serviços diminuiu de 7,9 para 3,7. No sentido oposto, o indicador de confiança do consumidor recuou de -11,2 para -16,5.
Entre as maiores altas do Ibovespa ficaram Klabin PN (+5,53% a R$ 5,34); PDG Realt ON (+5,40% a R$ 7,61); B2W ON (+5,13% a R$ 15,79); MRV ON (+5,08% a R$ 13,03); e Rossi Residencial ON (+4,70 a R$ 12,04).
Na contramão terminaram Brasken PNA (-1,17% a R$ 17,82); Cosan ON (-1,52% a R$ 23,30); TIM ON (-1,02% a R$ 9,70); Usiminas ON (-0,98% a R$ 22,11); e JBS ON (-0,97% a R$ 4,09).
Dentre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 2 de maio a 31 de agosto) Vale PNA (VALE5) ganhou 0,68% a R$ 40,04; Petrobras PN (PETR4) fechou em alta de 0,29% a R$ 20,55; OGX ON (OGXP3) teve alta de 1,34% a R$ 11,31; ItauUnibanco (ITUB4) ganhou 1,99% a R$ 28,20 e BM&FBovespa ON (BVMF3) subiu 0,55% a R$ 9,07. (Rosangela Sousa - www.ultimoinstante.com.br)
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