Com apenas 3 pregões,
Europa e EUA devem diitar ritmo no
Ibovespa
Bolsa só abre
na tarde da quarta-feira; apenas Banrisul deve divulgar seus números entre 13 e
15 de fevereiro
Em uma semana movimentada
no mercado, com diversos balanços corporativos sendo divulgados no Brasil, o
Ibovespa, mesmo com alta de 0,21% na sexta-feira (8), acabou fechando esses
cinco dias com forte queda de 3,07%, aos 58.497 pontos.
Se nos últimos dias diversos
indicadores econômicos, principalmente os de inflação, e resultados de
empresas, como o caso da Petrobras (PETR3; PETR4) movimentaram a bolsa por aqui, a
próxima semana não deve ser tão agitada assim. Com o carnaval paralisando a
bolsa entre segunda e terça, e com o pregão se iniciando apenas às 13h00
(horário de Brasília) na quarta-feira (13), o volume de negócios deve ser bem
reduzido entre os dias 13 e 15.
Além do feriado por aqui, o mercado
chinês estará fechado por toda a semana por causa do feriado de ano novo lunar,
representando uma referência a menos para os investidores. Com isso, o analista
Luis Gustavo Pereira, da Futura Investimentos, aponta para a Europa e para os
EUA como principais focos para o mercado.
Com agenda de indicadores e resultados com pouco movimento, Europa e EUA
serão foco dos investidores na próxima semana (Divulgação/BM&FBovespa)
Dívida nos EUA e questões fiscais na Europa
Discussões sobre planos de gastos na zona do euro devem continuar em foco, de acordo com o analista, mesmo depois que o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, afirmar que Líderes da União Europeia chegaram a um acordo nesta sexta-feira (8). Além disso, no final da próxima semana, a região apresenta a preliminar do PIB (Produto Interno Bruto).
Discussões sobre planos de gastos na zona do euro devem continuar em foco, de acordo com o analista, mesmo depois que o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, afirmar que Líderes da União Europeia chegaram a um acordo nesta sexta-feira (8). Além disso, no final da próxima semana, a região apresenta a preliminar do PIB (Produto Interno Bruto).
Nos EUA, o debate sobre a dívida do
país pode agitar os mercados não só por lá, mas no mundo todo. Enquanto isso,
na sexta-feira (15), o Federal Reserve irá divulgar os resultados da produção
industrial norte-americana em janeiro. Por fim, a Universidade de Michigan irá apresentar a pesquisa preliminar de confiança do consumidor.
Por aqui, tanto a agenda de resultados quanto a de indicadores será bem mais fraca. A única empresa que deve apresentar seu balanço de 2012 na próxima semana é o Banrisul (BRSR6), que irá divulgar seus números na quinta-feira (14). Na agenda de indicadores, o principal destaque será o IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10), no último dia da semana.
Veja as
ações mais recomendadas nas carteiras de dividendos deste mês
Telefônica segue líder, porém, além de perder votos, passou a dividir o
primeiro lugar do ranking com Cielo e Ambev
Após 5 meses isolada na
liderança das carteiras recomendadas com estratégia de dividendos, as ações da
Telefônica Brasil (VIVT4) agora dividem o primeiro lugar da
compilação do Portal InfoMoney com mais duas companhias: Ambev (AMBV4) e Cielo (CIEL3). Além disso, a empresa viu o número
de citações em carteiras caírem de 7 em janeiro para 4 em fevereiro, entre os 8
portfólios acompanhados.
A dinâmica destes portfólios considerados
mais defensivos pouco mudou, sendo que entre os primeiros lugares, poucas
empresas tiveram grande alteração na quantidade de recomendações. Entre as
mudanças, a Taesa (TAEE11)
perdeu um voto entre os dois meses e ficou no segundo lugar, com 3
recomendações. A Grendene (GRND3)
foi outra que perdeu espaço e caiu para 2 citações entre os portfólios
acompanhados. Enquanto isso, a Coelce (COCE5),
que não havia sido citada em janeiro, ganhou duas recomendações neste mês.
Além da Taesa, a CCR (CCRO3) e o Banco do Brasil (BBAS3) mantiveram seus 3 votos e
dividiram o segundo lugar do ranking. Enquanto isso, com 2 recomendações, além
da Coelce e da Grendene, ficaram o Banrisul (BRSR6), AES Tietê (GETI4), Oi (OIBR4), Sabesp (SBSP3) e a Tractebel (TBLE3).
Ambev e Cielo assumiram a primeira posição entre as recomendações de
dividendos, junto com a Telefônica (Divulgação/Ambev)
Para a compilação deste mês de fevereiro, foram utilizadas as carteiras
de dividendos elaboradas pela Ativa Corretora, Bradesco Corretora, Citi, Omar
Camargo, Planner, Rico, Um Investimentos e XP Investimentos.
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Recomendações em carteiras de dividendos
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Ação
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Fevereiro/13
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Janeiro/13
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7
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4
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4
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4
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4
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3
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4
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3
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3
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3
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3
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2
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3
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2
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2
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1
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2
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2
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2
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2
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1
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VIVT4: ainda líder, mas perdendo espaço
Assim como no ranking de carteiras recomendadas, a Telefônica segue perdendo espaço nos portfólios voltados para dividendos. Porém, neste último, a companhia ainda segue líder de citações, mesmo que com 3 votos a menos que em janeiro.
Assim como no ranking de carteiras recomendadas, a Telefônica segue perdendo espaço nos portfólios voltados para dividendos. Porém, neste último, a companhia ainda segue líder de citações, mesmo que com 3 votos a menos que em janeiro.
Para os analistas da Bradesco/Ágora
Corretora, a companhia, como líder no mercado de telefonia móvel, apresenta uma
boa distribuição de clientes, além de apresentar qualidade em seus serviços.
Além disso, eles apontam a companhia como uma boa pagadora de dividendo devido
a sua baixa necessidade de investimentos, baixo nível de endividamento e forte
geração de caixa.
Mesmo assim, a corretora destaca uma
possível aceleração na migração de usuários da telefonia fixa para a móvel,
assim como o aumento da competitividade no mercado como fatores de risco para a
empresa. Além disso, investimentos maiores que os esperado em relação à
implementação da tecnologia 4G podem prejudicar a Telefônica.
Ambev e Cielo
Para a Um Investimentos, a cervejaria, além de apresentar um grande market share, com 69% do mercado, tem um baixo endividamento. Os analistas da corretora projetam um grande aumento no volume consumido nas regiões norte e nordeste nos próximos meses, com a ajuda da reintrodução de garrafas retornáveis de vidro, que podem alavancar esse consumo em regiões de baixa renda.
Para a Um Investimentos, a cervejaria, além de apresentar um grande market share, com 69% do mercado, tem um baixo endividamento. Os analistas da corretora projetam um grande aumento no volume consumido nas regiões norte e nordeste nos próximos meses, com a ajuda da reintrodução de garrafas retornáveis de vidro, que podem alavancar esse consumo em regiões de baixa renda.
Já os analistas da Planner, destacam para a Cielo, líder no setor, o portfólio de bandeiras, a estrutura de
negócio de baixo capital intensivo, implicando em alta rentabilidade, além da
companhia ser uma boa pagadora de dividendos. O yield esperado pela corretora para
2013 é de 4,4%.