Percentual de cheques sem fundos passou de 2,64% em 2010 para 2,8% no ano passado
Desde o meio do ano passado venho chamando a atenção para o uso indiscriminado do crédito que, aparentemente fácil de ser obtido, te lá suas artimanhas e requer uso consciente.
Quando falei em bolha de crédito e bolha de consumo, alguns PeTelhos mais afoitos e que não conhecem "xongas" de economia e leram Marx de ouvido(assim como algumas pessoas aprendem a tocar instrumentos musicais de ouvido, alguns nunca leram Marx, outros leram e não entenderam e os que entenderam não vão parar para explicar), desceram o pau dizendo que o pensamento exposto era elitista, porque o governo passado e este estão possibilitando o acesso às camadas menos favorecidas à bens de uso e consumo e bens duráveis, como se, ao falar de economia, estivéssemos atacando os "Deuses" do PT (Getúlio, assim como Lula, foi o Pai dos Pobres e Mãe dos Ricos).
Continuo dizendo que não entenderam e não fazem a menor ideia do que isso faz com a economia de juros mais altos do mundo, criando inadimplentes vitalícios. Vejam a matéria da Telecheque. Fui Gerente Nacional de SPCs por cinco anos e já vi muita coisa uim para o lado do consumidor e, lamentavelmente, tudo dentro da lei.
Quando falei em bolha de crédito e bolha de consumo, alguns PeTelhos mais afoitos e que não conhecem "xongas" de economia e leram Marx de ouvido(assim como algumas pessoas aprendem a tocar instrumentos musicais de ouvido, alguns nunca leram Marx, outros leram e não entenderam e os que entenderam não vão parar para explicar), desceram o pau dizendo que o pensamento exposto era elitista, porque o governo passado e este estão possibilitando o acesso às camadas menos favorecidas à bens de uso e consumo e bens duráveis, como se, ao falar de economia, estivéssemos atacando os "Deuses" do PT (Getúlio, assim como Lula, foi o Pai dos Pobres e Mãe dos Ricos).
Continuo dizendo que não entenderam e não fazem a menor ideia do que isso faz com a economia de juros mais altos do mundo, criando inadimplentes vitalícios. Vejam a matéria da Telecheque. Fui Gerente Nacional de SPCs por cinco anos e já vi muita coisa uim para o lado do consumidor e, lamentavelmente, tudo dentro da lei.
11 de janeiro de 2012 – A inadimplência dos brasileiros que usam cheques cresceu 6,06% em 2011, revela pesquisa divulgada hoje pela Telecheque, empresa especializada em análise de crédito para pagamentos com cheques. De acordo com a pesquisa, o percentual de cheques sem fundos passou de 2,64% em 2010 para 2,8% no ano passado.
Na comparação mensal, a inadimplência aumentou 13,13%. A proporção de cheques não pagos passou de 2,36%, em dezembro de 2010, para 2,67%, no mesmo mês de 2011. Segundo a Telecheque, o crédito barato e o aumento do consumo explicam o maior nível de calote. Isso porque o crescimento nos prazos dos financiamentos e nos valores das compras está diretamente relacionado à maior exposição à inadimplência.
O estado com maior volume de cheques sem fundos foi o Amazonas, com 4,45%, seguido por Paraíba (4,28%), Rio Grande do Norte (4,17%) e Pará (4,11%). Os segmentos mais afetados pelos calotes foram eletrônicos, com 4,64% de cheques não pagos, e magazines e lojas de departamentos (4,04%).
A Telecheque fez o levantamento com base nos valores em reais das transações com cheques. A empresa recomenda aos consumidores que planejem os gastos extras para não deixarem de honrar compromissos.
(Agência Brasil)
Na comparação mensal, a inadimplência aumentou 13,13%. A proporção de cheques não pagos passou de 2,36%, em dezembro de 2010, para 2,67%, no mesmo mês de 2011. Segundo a Telecheque, o crédito barato e o aumento do consumo explicam o maior nível de calote. Isso porque o crescimento nos prazos dos financiamentos e nos valores das compras está diretamente relacionado à maior exposição à inadimplência.
O estado com maior volume de cheques sem fundos foi o Amazonas, com 4,45%, seguido por Paraíba (4,28%), Rio Grande do Norte (4,17%) e Pará (4,11%). Os segmentos mais afetados pelos calotes foram eletrônicos, com 4,64% de cheques não pagos, e magazines e lojas de departamentos (4,04%).
A Telecheque fez o levantamento com base nos valores em reais das transações com cheques. A empresa recomenda aos consumidores que planejem os gastos extras para não deixarem de honrar compromissos.
(Agência Brasil)
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